segunda-feira, 28 de setembro de 2020

Atividade para os 8° ano A e B Escola Manoel e TA1 e TA2 Escola Major, semana do dia 28/09 a 02/10, Geografia.

 

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Meio técnico-científico-informacional


Do meio natural ao meio técnico-científico-informacional, transformações profundas no espaço ocorreram instrumentalizadas pela evolução das técnicas e dos objetos.


Os seres humanos estão sempre utilizando o meio em que vivem, sobretudo os elementos disponíveis na natureza, seja no seu consumo direto, seja para a sua transformação em mercadorias ou produtos manufaturados. Para isso, ele utiliza as diferentes técnicas, que envolvem as formas e os instrumentos utilizados para melhor produzir e transformar o espaço geográfico. 

Desse modo, se a utilização das técnicas é uma questão fundamental para a transformação do espaço, a forma como tais técnicas evoluem e modificam-se ao longo do tempo também produz consequências diretas nas estruturas espaciais que envolvem as sociedades. Por esse motivo, estabelece-se uma periodização do meio desde a sua gradativa transformação pelas atividades humanas, indo desde o meio natural, passando pelo meio técnico e finalmente alcançando o meio técnico-científico-informacional — classificação concebida pelo finado geógrafo brasileiro Milton Santos em várias de suas obras publicadas. 

Meio natural

O meio natural seria o estágio inicial do processo de produção das atividades humanas. Nesse longo período que marcou o início e a formação das primeiras civilizações, bem como o avanço de todas as sociedades pré-industriais ou não industrializadas, as práticas sociais eram inteiramente dependentes do meio natural. 

Nesse sentido, a interferência do ser humano sobre o ambiente era de pouco impacto, de forma que era mais a natureza que condicionava as práticas econômicas, e não o contrário. Dessa maneira, a capacidade de recomposição da natureza era maior, haja vista que a capacidade do homem de ocupar e promover alterações em um amplo espaço era relativamente limitada. 

Mas isso não impediu que práticas importantes ainda hoje utilizadas fossem desenvolvidas. Assim, várias técnicas agrícolas e também pecuárias foram elaboradas, muitas delas ainda vistas como formas de preservar os solos, tais como o terraceamento. As técnicas da pecuária também passaram pelo mesmo ideário. 








ATIVIDADES: 




1) Qual é a necessidade dos seres humanos utilizarem os elementos disponíveis na natureza? 







2) Qual é o estágio inicial do processo de produção das atividades humanas?




Atividade para os 9° anos A, B e C (Manoel) e 91 e 92 (Major), semana do dia 28/09 a 02/10, Geografia.

 

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A divisão do mundo em Ocidente e Oriente (Parte 2).




A fim de entender essa divisão cultural, onde começa o Oriente e onde termina o Ocidente, é preciso analisar onde está o mundo islâmico. De oeste a leste, estende-se desde o Senegal, no oeste da África, até as Filipinas, nos limites do Oceano Pacífico. De norte a sul, vai desde o Cazaquistão, na Ásia Central, até a área entre a Tanzânia, na África, e a Indonésia, no Oceano Índico. Porém, nem todos os países dentro dessa enorme área são muçulmanos, mas de culturas e religiões diferentes das do Ocidente, que é judaico-cristão. Por exemplo, Austrália e Nova Zelândia, que estão no sudeste da Ásia, são países de colonização europeia e sua cultura está expressivamente vinculada ao Ocidente. No entanto, além dos aspectos culturais existem as questões econômicas. 

Para compreender essa fronteira sob o viés econômico é necessário recapitular o movimento colonialista a partir do século XV. Nesse processo, os Estados-nação europeus foram impondo sua cultura, sua forma de organização territorial e seu modo de produzir, determinando novas territorialidades em diversos continentes. 

A partir dos séculos XIX e XX, mesmo com a independência de diversos países, a dominação cultural e econômico-financeira continuou com a presença de um novo protagonista, os Estados Unidos, que passaram a desempenhar um papel hegemônico a partir da Segunda Guerra Mundial. 

Quando se analisa o contraponto Oriente e Ocidente sob um patamar histórico amplo, logo se revelam duas configurações geo-históricas distintas. Estas são interdependentes e complementares, mas reafirmam-se diferentes. São configurações geo-históricas que se constituem, modificam e reiteram no curso do mercantilismo, colonialismo, imperialismo e globalismo. As exigências e imposições do mercantilismo, colonialismo e imperialismo, vistos como processos sociais de ampla envergadura e fundas implicações, emanam, desde o começo, a partir da Europa Ocidental, onde se enraíza o capitalismo, visto não só como modo de produção, mas também como processo civilizatório. Posteriormente, nos séculos XIX e XX, as exigências e imposições passam a emanar também dos Estados Unidos, como outra manifestação do ocidentalismo. 


ATIVIDADES:


1) Onde está localizado o mundo islâmico? Todos os países dessa área são muçulmanos? Explique. 




2) Qual país passa a ser um protagonista na dominação cultural após a Segunda Guerra Mundial? Você consegue perceber essa dominação? Explique.





Atividade 7°A Escola Manoel e 71 e 72 Escola Major, semana do dia 28/09 a 02/10, Geografia.

 

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MERCANTILISMO – PRODUÇÃO, CIRCULAÇÃO E CONSUMO DE MERCADORIAS (PARTE 2)


Expansão comercial

No século 16, o início da colonização da América foi um desdobramento da expansão marítima e comercial, iniciada pelos portugueses no século anterior. Os espanhóis foram os primeiros a encontrar ouro e prata em grande quantidade, em solo americano. Aos portugueses, que haviam dividido o mundo com os castelhanos no Tratado de Tordesilhas, em junho de 1494, restou manter a pujança de sua atividade mercantil através das especiarias do Oriente e do açúcar produzido e exportado pelas capitanias de Pernambuco e da Bahia.

Ingleses, holandeses e franceses, que se empenhavam em invadir terras americanas reivindicadas pelos países ibéricos buscavam manter um saldo positivo em suas balanças comerciais como um meio de atrair para si e estocar metais preciosos.

A forte presença do Estado se fazia sentir através do incentivo à expansão do comércio, de ações armadas na disputa de novos mercados, na regulamentação das atividades mercantis, na concessão de monopólios para a exploração das riquezas das colônias, na taxação de manufaturados importados que pudessem competir com os produtos de seus próprios países - e, como isso, provocar uma evasão do ouro e da prata - além, é claro, da cobrança de impostos sobre o crescente comércio.

Quanto maior o lucro da burguesia, maior a arrecadação do Estado; quanto maior a diferença entre os valores exportados e os que se importava, maior o volume de ouro e prata mantido no país.

Disponível em: https://educacao.uol.com.br/disciplinas/historia/mercantilismo-capitalismo-comercial-e-inicio-da-colonizacao-da-america.htm


ATIVIDADES:




1) Como ocorreu a expansão comercial?







2) De que forma podemos perceber a forte presença do Estado na economia durante o século 16?



domingo, 20 de setembro de 2020

Atividade para os 8° ano A e B Escola Manoel e TA1 e TA2 Escola Major, semana do dia 21/09 a 25/09, Geografia.

 

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UNASUL – UNIÃO DAS NAÇÕES SUL-AMERICANAS (PARTE 3)

  • Econômico: A partir da cooperação econômica e comercial, da integração industrial, produtiva e energética e do desenvolvimento de infraestruturas comuns, promover o desenvolvimento econômico e a integração financeira entre os países-membros do bloco.

  • Político: Promover ações que visem ao fortalecimento político e democrático do bloco e à defesa e à segurança das nações por meio da participação cidadã e da luta contra o terrorismo, a corrupção, o tráfico (de pessoas, armas e drogas), o crime organizado e a proliferação de armas nucleares.

  • Ambiental: Desenvolver ações que garantam a proteção da biodiversidade e a redução dos impactos ambientais na América do Sul.

  • Científica: Por meio do desenvolvimento de políticas e projetos comuns de pesquisa, inovação e transferência de conhecimentos científicos e tecnológicos, que diminuam a dependência científica dos países que integram a Unasul.

Assim sendo, a Unasul surge como uma alternativa de integração entre os países da América do Sul diante do atual cenário mundial do predomínio dos acordos multilaterais, como a União Europeia, União Africana e, mais recentemente, o Acordo de Associação Transpacífico. Apesar de almejar a união entre os países em diversos âmbitos da sociedade, resta saber se as ações adotadas por esse órgão conseguirão resultados tão satisfatórios como os da União Europeia ou se as diferenças entre os países-membros e as constantes crises políticas e econômicas causarão o enfraquecimento desse bloco, assim como aconteceu com o Mercosul. Como a criação do bloco ainda é relativamente recente, não é possível conjecturar sobre os efeitos dele para os países que o integram.

Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/unasuluniao-das-nacoes-sulamericanas.htm


ATIVIDADES:


1) Como a UNASUL atuaria no âmbito econômico?



2) Por que ainda não é possível analisar os efeitos da criação da UNASUL?





Atividade para os 9° anos A, B e C (Manoel) e 91 e 92 (Major), semana do dia 21/09 a 25/09, Geografia.

 

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A divisão do mundo em Ocidente e Oriente (Parte 1)



Onde começa e onde termina o Oriente? Que critérios foram utilizados nessa divisão? Qual é o papel do Meridiano de Greenwich, ao dividir o planeta em Leste e Oeste? 

Para além do que já foi estudado sobre as linhas imaginárias e suas determinações, em especial o Meridiano de Greenwich – tido como marco referência nas zonas horárias – podemos compreendê-lo enquanto elemento de poder em sua demarcação. 

O mundo em que vivemos é configurado a partir de diversas regionalizações. Tais divisões possuem o objetivo de facilitar a compreensão das informações requeridas e de partes específicas do espaço geográfico, impedindo que haja generalizações dos dados. 

Dentre as muitas divisões que o mundo é sujeitado, as principais são: divisão em hemisférios (norte/sul e oriental/ocidental), em continentes (América, Europa, África, Ásia, Antártida e Oceania). 

O processo de regionalização conta com o ponto de vista histórico. Sob essa abordagem, o mundo é divido em três: Velho Mundo, Novo Mundo e Novíssimo Mundo. 

O Velho Mundo é uma expressão usada para designar a visão de mundo eurocentrica que os europeus detinham por volta do século XV. Naquela época, os europeus conheciam somente os continentes da Europa, África e Ásia. Novo Mundo é uma terminologia criada pelos europeus para designar o continente americano. A expressão foi bastante utilizada no período do descobrimento do continente Americano, que até então, era desconhecido pelos europeus, vindo a ser algo novo em relação aos continentes já conhecidos. 

O Novíssimo Mundo compreende o continente da Oceania, constituída pela Austrália, Nova Guiné, Nova Zelândia, entre outras ilhas. Essa denominação se deu em razão do continente ter sido o último a ser descoberto. 

É importante ressaltar que as regionalizações citadas acima estão pautadas em uma visão eurocentrista (que enfatiza a ideia de que a Europa está ao centro do mundo). Sob essa ótica, o continente europeu passa a condição de “Velho Mundo”. Entretanto, essa concepção é equivocada, pois, existem países no oriente como China, Japão, países do Oriente Médio e Índia que possuem culturas milenares e são detentores de conhecimentos e descobertas irrefutáveis a humanidade. 

A abordagem eurocentrista marginaliza outras culturas existentes fora do Velho Mundo. No Novo Mundo por exemplo (América), as civilizações como os Incas, Maias, Astecas além dos povos Indígenas do Brasil têm seus elementos culturais pormenorizados. Na visão dos europeus não existe história antes de sua chegada. 


ATIVIDADES:




1) Quais são as principais maneiras de regionalizar o mundo?




2) Qual é o significado de “abordagem eurocentrista”? O que ela provoca em relação às demais civilizações do planeta?







Atividade 7°A Escola Manoel e 71 e 72 Escola Major, semana do dia 21/09 a 25/09, Geografia.

 

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MERCANTILISMO – PRODUÇÃO, CIRCULAÇÃO E CONSUMO DE MERCADORIAS


É sabido que a atual configuração do território brasileiro não foi estabelecida e definida com as primeiras experiências colonizadoras, mas sim como resultado de um longo processo de conquista territorial, iniciado no século XV e consolidado somente no século XX.

A palavra merkantilismus foi concebida e usada pela primeira vez por economistas alemães, no final do século 19. Uma observação um pouco mais atenta nos permite concluir que o termo mercantilismo foi aplicado a um conjunto de práticas já tidas como ultrapassadas. A caracterização do mercantilismo como um "conjunto de práticas" demonstra a ausência de um plano preconcebido para a política econômica dos países europeus que, entre os séculos 16 e 18, disputaram fatias do território americano para mantê-las na condição de colônias.

Durante esse período, na Europa, pensava-se a riqueza disponível no mundo como algo que não poderia ser ampliado e, portanto, os Estados absolutistas se empenhavam em assegurar para si a maior porção possível dessa riqueza supostamente limitada. O ouro e a prata, circulantes na forma de moedas ou trancafiados nos cofres dos reis eram entendidos como sua tradução, daí a verdadeira febre de busca dos chamados metais preciosos principalmente no Novo Mundo.

Disponível em: https://educacao.uol.com.br/disciplinas/historia/mercantilismo-capitalismo-comercial-e-inicio-da-colonizacao-da-america.htm


ATIVIDADES:

1) Qual é a origem da palavra “mercantilismo”? Qual é seu significado mais comum?



2) Como era o pensamento dos Estados absolutistas da Europa entre os séculos 16 e 18 em relação à riqueza?




domingo, 13 de setembro de 2020

Atividade para os 9° anos A, B e C (Manoel) e 91 e 92 (Major), semana do dia 14/09 a 18/09, Geografia.

 

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O CONSUMISMO NO CONTEXTO DA GLOBALIZAÇÃO

PARTE 5

COMO EVITAR O CONSUMISMO?

O problema do consumismo está enraizado em vários fatores, como a ganância das empresas de vender cada vez mais – que chega ao ponto da obsolescência programada. Uma ou duas pessoas diminuírem sua taxa de consumo não vai resolver o problema numa forma geral, mas é importante que os indivíduos lidem melhor com essa questão. Por isso, existem algumas formas de, pessoal e individualmente, evitar-se o consumismo. Adiante, nós separamos algumas sugestões:

Orçamento ABCD: essa é uma ótima maneira de planejar seus gastos. Nesse tipo de orçamento a letra A representa gastos com alimentação e a letra B refere-se aos gastos básicos – como conta de luz, água e aluguel. Já a letra C indica gastos contornáveis, ou seja, despesas que podem ser cortadas caso seja necessário – como assinatura de revista ou TV a cabo. Por último, a letra D representa despesas desnecessárias, como anuidades e taxas de cartão.

Pense: isso mesmo, pense! Antes de comprar, avalie todos os prós e contras. Reflita a real necessidade de ter aquele produto. Você realmente precisa dele? Ele irá comprometer suas despesas? Além disso, pesquisar preços pode ser uma maneira eficaz de economizar dinheiro.

Sentimentos: está triste ou com raiva? Não vá às compras! Utilizar do ato de comprar para aliviar tensões pode acarretar dívidas desnecessárias e arrependimento pela compra em um curto prazo de tempo. Não deixe as emoções impactarem na sua vida financeira!

Consumo Consciente: comprar faz parte do cotidiano de todos nós e também está ligado às nossas necessidades básicas. Entretanto, é necessário consumir de forma consciente, avaliando que o poder de compra pode influenciar o planeta e sua vida. Portanto, para praticar o consumo consciente – e, consequentemente, evitar o consumismo – é preciso planejar suas compras, refletir sobre os impactos delas e a real necessidade de ter aquele produto. Acredite, você não está sozinho na missão de se tornar um consumidor mais consciente. Existem até mesmo organizações que buscam ajudar as pessoas nessa questão, como o Instituto Akatu.

O consumismo tem se tornado uma prática cada vez mais frequente e perigosa em uma boa parte do mundo. Assim, ter noção dos impactos causados pelo consumo exagerado é um primeiro passo para se tornar um cliente mais consciente. Além disso, buscar informações sobre as causas e o que pode ser feito para evitar esse tipo de comportamento é primordial para desenvolver novos hábitos de consumo e pensamento. Assim, você não apenas conseguirá ter uma melhor organização financeira e pessoal, mas também contribuirá para o menor impacto ambiental.

Disponível em: https://www.politize.com.br/consumismo-o-que-e/


ATIVIDADES:



1) Como funciona o orçamento ABCD?




2) Quais perguntas você deve se fazer antes de realizar uma compra?




Atividade para os 8° ano A e B Escola Manoel e TA1 e TA2 Escola Major, semana do dia 14/09 a 18/09, Geografia.

 

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UNASUL – UNIÃO DAS NAÇÕES SUL-AMERICANAS (PARTE 2)

Criação da Unasul

Para tentar unificar todas as economias dos países sul-americanos e promover o desenvolvimento cultural, econômico, social e ambiental da América do Sul, em 2004, foi proposta a criação de uma Comunidade Sul-americana de Nações. Em 2008, os doze países assinaram em Brasília um documento instituindo a criação do bloco, que, a partir daquele momento, passou a se chamar Unasul - União de Nações Sul-americanas.

Principais objetivos da Unasul

Diferentemente do Mercosul, que pretendia criar uma zona de livre-comércio entre seus países-membros, a Unasul tem como principal objetivo, de acordo com o tratado constitutivo do bloco, criar um espaço de integração, aproximando-se ainda mais do modelo de integração desenvolvido pela União Europeia, visto que tenta desenvolver ações conjuntas que ultrapassam a esfera econômica. De acordo com o Tratado Constitutivo da União de Nações Sul-americanas, entre as principais áreas de interesse de atuação do bloco, destacam-se as ações no âmbito:

  • Cultural: Visando, principalmente, à consolidação de uma identidade sul-americana e ao reconhecimento das diversidades culturais entre os povos.

  • Social: Por meio de ações que favoreçam o desenvolvimento social e humano, a erradicação da pobreza, do analfabetismo e das desigualdades e o acesso universal a uma educação de qualidade, à seguridade social e aos serviços de saúde.

Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/unasuluniao-das-nacoes-sulamericanas.htm

ATIVIDADES:

1) Quando a UNASUL foi criada?



2) Qual é a diferença da UNASUL em relação ao Mercosul?



3) Como a UNASUL atuaria no âmbito cultural dentro do contexto das nações sul-americanas?




Atividade 7°A Escola Manoel e 71 e 72 Escola Major, semana do dia 14/09 a 18/09, Geografia.

 

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REGIÃO NORTE


A Região Norte abrange sete estados, correspondendo a um pouco mais de 45% do território brasileiro. Possui uma área de, aproximadamente, 3.853.676,948 km².

  • População: Segundo o IBGE, a região abriga cerca de 18.182.253 milhões de habitantes. A densidade demográfica é de 4,72 habitantes por km².

  • Economia: A região baseia-se nas atividades primárias como extrativismo mineral e vegetal, agricultura e pecuária, e também em atividades do setor secundário, nas indústrias.

  • Aspectos naturais: Nessa região encontra-se a maior floresta tropical do planeta, a Floresta Amazônica, bem como a maior bacia hidrográfica do mundo, a Bacia do Rio Amazonas. Predomina nela o clima equatorial úmido, com um regime de chuvas bem definido e umidade do ar elevada.


ATIVIDADES:


1) Quais estados formam a Região Norte do Brasil?



2) Qual é a base econômica da Região Norte?



3) Quais são as características naturais da Região Norte do Brasil?




Quarta Atividade de Monitoramento para o 7°A Escola Manoel e 71 e 72 Escola Major, semana do dia 08/09 a 11/09, Geografia.

 Link da atividade:

https://forms.gle/cnj2Fhgb1R3Mqi8b6

Quarta Atividade de Monitoramento para os 8° ano A e B Escola Manoel e TA1 e TA2 Escola Major, semana do dia 08/09 a 11/09, Geografia.

 

Link da atividade:

https://forms.gle/d5cKt5Sk1L7Ay4xr5

Quarta Atividade de Monitoramento para os 9° anos A, B e C (Manoel) e 91 e 92 (Major), semana do dia 08/09 a 11/09, Geografia.

 

Link da atividade:

https://forms.gle/NT89QpdXTDGVLGtYA