segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Atividade para os 8° ano A e B Escola Manoel e TA1 e TA2 Escola Major, semana do dia 23/11 a 27/11, Geografia.

 


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AMÉRICA LATINA E O CARIBE:
UMA SUPERPOTÊNCIA DE BIODIVERSIDADE (Parte 2) 




Enquanto o século XX trouxe uma consciência dos perigos da degradação ambiental junto com o começo de uma resposta, o século XXI está trazendo uma maior compreensão do valor real dos benefícios – os alimentos, a água, a saúde humana e a estabilidade climática – que têm origem na diversidade de seres vivos e nos ecossistemas nos quais vicejam. Este relatório oferece um breve resumo dos esforços engenhosos que estão sendo implementados na América Latina e no Caribe para valorizar e defender a herança incomparável da região de riqueza biológica e ecológica. O compromisso do povo latino-americano e caribenho tem formado a base para o surgimento de inúmeras inovações no desenvolvimento e implementação de novas técnicas para que o ser humano possa viver em maior harmonia com os poderes regenerativos da natureza. A quantidade, variedade e singularidade destes esforços pioneiros coloca a região em uma posição de liderança para apoiar a comunidade global na procura urgente de novos paradigmas que protejam o meio ambiente ao mesmo tempo em que melhoram as condições de vida. 

Os países da América Latina e do Caribe representam a região mais biologicamente diversa do mundo. Só a América do Sul contém quase a metade da biodiversidade terrestre e mais do que um quarto das florestas do planeta. O litoral mesoamericano tem o recife de coral mais longo do hemisfério ocidental e a região inteira tem 700 milhões de hectares de terra potencialmente cultivável, 570 milhões de hectares de pradarias, mais de 800 milhões de hectares de área verde e 27% da água doce disponível no mundo. 





Atividades: 

1) Você considera a preservação das riquezas biológicas e ecológicas algo realmente importante? Você observa hoje no Brasil uma valorização dessas riquezas? Explique. 




2) Qual é a região mais biologicamente diversa do mundo?










Atividade 7°A Escola Manoel e 71 e 72 Escola Major, semana do dia 23/11 a 27/11, Geografia.

 

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OS CLIMAS DO BRASIL (PARTE 1)




O Brasil, pelas suas dimensões continentais, possui uma diversificação climática bem ampla, influenciada pela sua configuração geográfica, sua significativa extensão costeira, seu relevo e a dinâmica das massas de ar sobre seu território. Esse último fator assume grande importância, pois atua diretamente sobre as temperaturas e os índices pluviométricos nas diferentes regiões do país. 

O clima de uma dada região é condicionado por diversos fatores, dentre eles pode-se citar temperatura, chuvas, umidade do ar, ventos e pressão atmosférica, os quais, por sua vez, são condicionados por fatores como altitude, latitude, condições de relevo, vegetação, continentalidade e maritimidade. 

Os tipos climáticos encontrados no território brasileiro são: 

Clima Equatorial: as temperaturas são elevadas e umidade relativa do ar bastante alta, no caso influenciada pela floresta Amazônica. Nessas regiões não ocorrem grandes variações de temperaturas no decorrer do ano, elas possuem uma média anual de 26ºC. Os índices pluviométricos são bem distribuídos durante todo o ano. O período de estiagem é entre setembro e outubro, os índices pluviométricos anuais são de aproximadamente 2.500 mm. 





ATIVIDADES:


1) Por que o Brasil possui uma ampla diversificação climática? 





2) Quais fatores condicionam o clima de cada região? 





3) Quais são as principais características do Clima Equatorial?







Atividade para os 9° anos A, B e C (Manoel) e 91 e 92 (Major), semana do dia 23/11 a 27/11, Geografia.

 

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Industrialização e urbanização (PARTE 1)



Há uma relação direta e também indireta entre os processos de industrialização e urbanização, uma vez que há uma relação mútua de fortalecimento de uma sobre a outra.

Os processos de industrialização e urbanização estão intrinsecamente interligados. Foi com os avanços e transformações proporcionados, por exemplo, pelas Revoluções Industriais na Europa que esse continente concebeu o crescimento exponencial de suas principais cidades, aquelas mais industrializadas. Ao mesmo tempo, o processo de urbanização intensifica o consumo nas cidades, o que acarreta a produção de mais mercadorias e o aumento do ritmo da atividade industrial.

A industrialização é um dos principais fatores de transformação do espaço geográfico, pois interfere nos fluxos populacionais, reorganiza as atividades nos contextos da sociedade e promove a instrumentalização das diferentes técnicas e meios técnicos, que são essenciais para as atividades humanas. A atividade industrial, por definição, corresponde ao arranjo de práticas econômicas em que o trabalho e o capital transformam matérias-primas ou produtos de base em bens de produção e consumo.

Com o avanço nos sistemas de comunicação e transporte – fatores que impulsionaram a globalização –, praticamente todos os povos do mundo passaram a consumir produtos industrializados, independentemente da distância entre o seu local de produção e o local de consumo. Estabelece-se, com isso, uma rede de influências que atua em escalas que vão do local ao global.

Graças ao processo de industrialização e sua ampla difusão pelo mundo, incluindo boa parte dos países subdesenvolvidos e emergentes, a urbanização também cresceu, a ponto de, segundo dados da ONU, o mundo ter se tornado, pela primeira vez, majoritariamente urbano, isto é, com a maior parte da população residindo em cidades, feito ocorrido no ano de 2010 em diante.


Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/industrializacao-urbanizacao.htm


ATIVIDADES:


1) Por que os processos de industrialização e urbanização estão relacionados?


2) Qual é a definição de atividade industrial?





segunda-feira, 16 de novembro de 2020

Atividade para os 8° ano A e B Escola Manoel e TA1 e TA2 Escola Major, semana do dia 16/11 a 20/11, Geografia.

 


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AMÉRICA LATINA E O CARIBE: UMA SUPERPOTÊNCIA DE BIODIVERSIDADE (Parte 1)

A América Latina e o Caribe são uma superpotência da biodiversidade. Seu patrimônio de capital natural, um dos maiores do mundo, é fonte para o desenvolvimento econômico e tem o potencial de converter a região em líder mundial na oferta de serviços prestados por seus ecossistemas e por sua biodiversidade, recebendo em troca novos benefícios da conservação e do manejo sustentável. As novas políticas recomendadas neste estudo prometem transformar o modelo tradicional de desenvolvimento – aquele que tende a desprezar os custos ambientais – em um novo paradigma que reconhece o valor dos serviços prestados por ecossistemas saudáveis e em pleno funcionamento. 

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento lançou uma iniciativa para avaliar e comunicar a contribuição econômica da biodiversidade e dos serviços ecossistemas para o desenvolvimento e a equidade na região. Este esforço é resultado de uma parceria com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe, a Secretaria da Convenção sobre a Diversidade Biológica e a Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento. 

O processo foi marcado por uma extensa colaboração. A Comissão para a Biodiversidade, Ecossistemas, Finanças e Desenvolvimento conduziu a iniciativa desde o princípio, até a conclusão. A Equipe Técnica produziu um Relatório a partir de dados e análises robustos, com argumentos convincentes a favor de mudanças nas políticas públicas. O Comitê Técnico Assessor, composto por especialistas regionais em economia e finanças, revisou a qualidade técnica do Relatório. Além disso, representantes nacionais e regionais do setor público, da iniciativa privada, da sociedade civil e da academia de toda a América Latina e o Caribe fizeram contribuições diretas e sugeriram casos emblemáticos para enriquecer o Relatório, e garantir que as recomendações fossem pertinentes e oportunas. Ao final, esta Iniciativa e o Relatório resultante dela surgiram dos esforços e contribuições de mais de 500 pessoas em toda a região e do mundo. 



Atividade: 

1) A partir da leitura do texto realize uma pesquisa sobre biodiversidade e manejo sustentável, explicando o significado desses termos.





Atividade 7°A Escola Manoel e 71 e 72 Escola Major, semana do dia 16/11 a 20/11, Geografia.





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A VEGETAÇÃO DO BRASIL (PARTE 5) 

Mata de Cocais – Situada entre a floresta Amazônica e a Caatinga, a mata de cocais está presente nos estados do Maranhão e do Piauí e norte do Tocantins. No lado oeste, onde a proximidade com o clima equatorial da Amazônia a torna mais úmida, é frequente o babaçu: palmeiras que atingem de 15 a 20 m de altura. Dos cocos do babaçu extrai-se o óleo, muito utilizado pelas indústrias alimentícia e de cosméticos. No lado mais seco, a leste, domina a carnaúba, que pode atingir até 20 m de altura. Das folhas da carnaúba é extraída a cera. A mata de cocais é utilizada por várias comunidades extrativistas que exercem suas atividades sem prejudicar essa formação vegetal. A destruição, no entanto, acontece com a criação de áreas de pasto para a pecuária, principalmente no Maranhão e no norte do Tocantins. 

Mangue – É uma formação vegetal composta de arbustos e espécies arbóreas que ocorrem em áreas de lagunas e restingas ao longo de todo o litoral. Nessa formação vegetal predominam troncos finos e raízes aéreas e respiratórias (ou raízes-escora), adaptadas à salinidade e a solos pouco oxigenados. Por ser rico em matéria orgânica, tem papel muito importante na reprodução e no abrigo de espécies da fauna marinha. Tradicionalmente, no mangue se realiza como atividade econômica, a pesca de caranguejo. Sofre a ação destrutiva do turismo predatório, da ocupação imobiliária e da poluição provocada por esgotos. 

Restinga - É uma vegetação própria de terrenos salinos, formada por ervas, arbustos e árvores. Predomina no litoral da Bahia ao Rio de Janeiro e no do Rio Grande do Sul. Os destaques são a aroeira-de-praia e o cajueiro. Recebe os efeitos da mesma ação destrutiva a que está exposto o mangue. 




ATIVIDADES: 




1) Onde está localizada a Mata de Cocais?







2) Quais são as principais características do Mangue? 







3) Quais plantas se destacam na Restinga?




Atividade para os 9° anos A, B e C (Manoel) e 91 e 92 (Major), semana do dia 16/11 a 20/11, Geografia.

 

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Xenofobia: definição, fatores de risco e prevenção (PARTE 2)

Quais são os fatores de risco que promovem a xenofobia?

Se na teoria somos uma sociedade tão avançada, por que os casos de xenofobia aumentam constantemente? Talvez a situação atual de incerteza em que vivemos contribua para isso. Já houve várias ameaças terroristas que vimos se materializar perto de nós praticadas por pessoas de outras origens. O fato de existir esse fator comum vinculado a ataques e agressões faz com que ele seja um gatilho para a xenofobia.

O contexto em que vivemos atualmente nos mantém alertas, com ansiedade e medo, preparados para fugir ou atacar. Isto nos faz procurar culpados por esse mal-estar e essa insegurança que vivemos no nosso dia a dia. E a quem tudo isso é atribuído? Aqueles que são diferentes de nós.

Além disso, costumamos nos afastar dessas pessoas. A falta de contato direto com pessoas de outras culturas impossibilita comparar (e eliminar) essas ideias infundadas que temos sobre o perigo que podem representar. Dessa forma, este é outro fator de risco importante para o desenvolvimento da xenofobia.

Devemos aprender a viver juntos como irmãos ou sucumbir juntos como tolos”.

Martin Luther King Jr. –

Como prevenir a xenofobia?

Podemos facilmente deduzir que o primeiro passo para prevenir a xenofobia seria se aproximar e conversar com os estrangeiros, mergulhando e aprendendo sobre as outras culturas. Isso nos ajudará a empatizar com eles e entender que são pessoas comuns, que não são tão diferentes de nós e, claro, a maioria não é terrorista que procura destruir as nossas vidas. Além disso, nos emocionaremos ao conhecer a sua história e os desafios que enfrentam como comunidade.

A verdade é que não paramos para pensar no que leva uma pessoa a sair do seu lugar de origem, colocando a sua vida em jogo. Se ela estivesse bem, certamente não teria embarcado em uma jornada tão difícil, sacrificando o contato com a sua terra natal e a sua família, para viver uma aventura com mais nuances perigosas do que excitantes. Elas colocam seus entes queridos e a si mesmas em perigo porque a opção de permanecer onde estavam seria, na maioria dos casos, morte certa.

É importante que sejam realizados pelas instituições governamentais programas de integração verdadeiramente efetivos, onde os cidadãos comuns realmente conheçam as pessoas que vêm de fora e haja profissionais que possam intervir se surgir algum conflito. Para concluir, é importante que sejam transmitidas informações verdadeiras sobre essa situação, sem interesses políticos secretos que estimulem o medo e o ódio.

Disponível em: https://www.geledes.org.br/xenofobia-definicao-fatores-de-risco-e-prevencao/?gclid=CjwKCAiAv4n9BRA9EiwA30WNDyMJTEr5htd_SfUldbXeAnpim3b6a4CUeSSBYWfaoD10qOnOd-iEwRoC5rkQAvD_BwE


ATIVIDADE:


1) Realize uma pesquisa sobre casos de xenofobia ocorridos no Brasil. Depois escreva um pequeno texto comentando sobre essa situação.





segunda-feira, 9 de novembro de 2020

Atividade 7°A Escola Manoel e 71 e 72 Escola Major, semana do dia 09/11 a 13/11, Geografia.

 

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A VEGETAÇÃO DO BRASIL (PARTE 4)



Cerrado – Formação típica de área tropical com duas estações marcadas, um inverno seco e um verão chuvoso. Sua área de ocorrência é o Brasil central. O solo, deficiente em nutrientes e com alta concentração de alumínio, dá à mata uma aparência seca. As plantas têm raízes capazes de retirar água e nutrientes do solo a mais de 15 m de profundidade. A vegetação caracteriza-se principalmente pela presença de pequenos arbustos e árvores retorcidas, com cortiça (casca) grossa e folhas recobertas por pêlos. Encontram-se, ainda, gramíneas e o cerradão, um tipo mais denso de cerrado que já abriga formações florestais. Tradicionalmente utilizado pela pecuária, o cerrado tem sido ocupado pela monocultura da soja, responsável pela descaracterização dessa cobertura, que já representou cerca de 25% do território brasileiro. 

Campos – Formados por herbáceas, gramíneas e pequenos arbustos, ocupam áreas descontínuas do país e possuem características diversas. São denominados campos limpos quando predominam as gramíneas. Se a estas se somam os arbustos, são denominados campos sujos. Quando ocupam áreas de altitude superior a 100 m são chamados de campos de altitude, como na serra da Mantiqueira e no planalto das Guianas. Já os campos da hiléia se referem às formações rasteiras que se encontram na Amazônia. Os campos meridionais, quase sem espécie arbustiva, como a Campanha Gaúcha, no Rio Grande do Sul, são ocupados principalmente pela pecuária. 

Mata de Araucária– Própria do clima subtropical, é encontrada na Região Sul e em trechos do estado de São Paulo. É uma floresta aciculifoliada (folhas em forma de agulha, finas e alongadas) e tem na Araucaria angustifolia, ou pinheiro-do-paraná, a espécie dominante, cujo fruto é o pinhão. Atingem mais de 30 m de altura e possuem formação aberta, oferecendo certa facilidade à circulação. Seu principal produto, o pinho, tem ampla e variada aplicação econômica na indústria de móveis, na construção civil e na indústria de papel e celulose. As florestas dessa formação são a principal fonte produtora de madeira do país, o que levou a seu desaparecimento quase total. As áreas de reflorestamento voltam-se principalmente para o pinus e os eucaliptos, menos nobres, porém mais exploráveis em curto intervalo de tempo. 




ATIVIDADES: 



1) Onde podemos encontrar o Cerrado? 




2) Quais são as principais características dos Campos? 




3) Qual é o clima característico da Mata de Araucária?










Atividade para os 8° ano A e B Escola Manoel e TA1 e TA2 Escola Major, semana do dia 09/11 a 13/11, Geografia.

 

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A industrialização da América Latina (Parte 2) 

Na medida em que a Primeira Guerra Mundial se desenvolvia, os países industrializados daquele momento, como Inglaterra, França, Alemanha e Estados Unidos, passaram a diminuir o volume de exportação para as nações da América Latina. Diante da escassez de produtos industrializados, algumas nações latinas começaram a fabricar diversos produtos para garantir o abastecimento do mercado interno. 

A Crise de 1929 contribuiu também para o processo de industrialização da América Latina. Com a queda da economia norte-americana, os países latinos, com grande dependência econômica em relação aos Estados Unidos, deixaram de receber capitais da venda de produtos agrícolas e matérias-primas. Por essa razão, sem dinheiro para comprar produtos industrializados importados, grande parte dos países latinos foram obrigados a fabricar seus produtos. Fato que teve maior evidência no Brasil, na Argentina e no México. 

Com o término da Segunda Guerra Mundial, os grandes grupos empresariais oriundos de países industrializados da Europa, assim como Estados Unidos e Japão, buscaram uma nova forma de expansão comercial, com a dispersão de empresas transnacionais em direção a países da América Latina, África e Ásia. 

A nova configuração internacional de produção foi promovida por diversos fatores, dentre os principais estão: mão de obra abundante e com baixo custo, fragilidade sindical, riquezas em matérias-primas, imenso mercado consumidor, disponibilidade de infraestrutura oferecida pelos países que recebem as empresas, leis ambientais frágeis, além de outros fatores. 








Atividades: 

1) Como a Primeira Guerra Mundial favoreceu o desenvolvimento industrial na América Latina? 




2) Por que muitas empresas transnacionais migraram para a América Latina, África e Ásia após o término da Segunda Guerra Mundial?






Atividade para os 9° anos A, B e C (Manoel) e 91 e 92 (Major), semana do dia 09/11 a 13/11, Geografia.

 

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Xenofobia: definição, fatores de risco e prevenção (PARTE 1)

A xenofobia é uma palavra que soa forte. É um tipo de preconceito caracterizado pela aversão, hostilidade, repúdio ou ódio aos estrangeiros, que pode estar fundamentado em fatores históricos, culturais, religiosos, dentre outros. Quando é falado na mídia, faz referência a casos “extremos” de grupos mais ou menos organizados que cometeram um crime contra uma pessoa de outro grupo étnico ou país. Mas o racismo não é apenas isso, não é mesmo?

Nós raramente falamos sobre as situações que acontecem todos os dias na maioria das cidades onde vivemos. Também não se comenta sobre as pequenas frases ou ideias que estão nas cabeças de algumas pessoas. Por exemplo, é considerado xenófobo ou não rotular uma pessoa como preguiçosa com base apenas no seu local de origem? Vamos refletir um pouco!

A nossa verdadeira nacionalidade é a humanidade”. H.G. Wells –

O que é xenofobia?

Como dissemos, xenofobia não é apenas uma agressão contra uma pessoa por sua nacionalidade. É claro que este comportamento causa um grande sofrimento para aqueles que são vítimas desse tipo de preconceito e para a sociedade em geral, mas a realidade é que a xenofobia implica muito mais.

A ideia central é a exclusão social de outra pessoa por sua origem, normalmente diferente daquele que executa os atos de xenofobia. Essa exclusão pode ser realizada através de comportamentos diretos, como não alugar uma casa ou apartamento para uma pessoa por causa da sua nacionalidade ou cor da pele.

Também inclui atitudes e crenças sobre essas pessoas, como considerá-las mesquinhas ou “intrigantes”: é aqui que os estereótipos entram em jogo. A realidade é que, embora não realizemos comportamentos violentos, podemos estar sendo xenófobos por causa do que pensamos sobre eles, já que o termo também se refere a atitudes de medo e rejeição.


Ninguém nasce odiando a outra pessoa por causa da cor da sua pele, da sua origem ou religião”. – Nelson Mandela –


Disponível em: https://www.geledes.org.br/xenofobia-definicao-fatores-de-risco-e-prevencao/?gclid=CjwKCAiAv4n9BRA9EiwA30WNDyMJTEr5htd_SfUldbXeAnpim3b6a4CUeSSBYWfaoD10qOnOd-iEwRoC5rkQAvD_BwE


ATIVIDADES:



1) Você já conhecia o termo xenofobia? Lembra onde viu a expressão pela primeira vez?







2) De acordo com o texto, como podemos caracterizar a xenofobia?







3) Você já presenciou algum ato de xenofobia? No momento você identificou a atitude? Qual foi sua reação? Explique.







Sexta Atividade de Monitoramento para o 7°A Escola Manoel e 71 e 72 Escola Major, semana do dia 03/11 a 06/11, Geografia.

 Link da atividade:

https://forms.gle/oRrP4NwGJ6mns4DP9

Sexta Atividade de Monitoramento para os 8° ano A e B Escola Manoel e TA1 e TA2 Escola Major, semana do dia 03/11 a 06/11, Geografia.

 Link da atividade:

https://forms.gle/kQuAdUqUTyq8ZWaG6


Sexta Atividade de Monitoramento para os 9° anos A, B e C (Manoel) e 91 e 92 (Major), semana do dia 03/11 a 06/11, Geografia.

 Link da atividade:

https://forms.gle/JMSLX97XcPzpymi1A