Definitivamente a lógica é uma
palavra que passa longe das decisões proferidas em relação à educação em nosso
país. Com o pretexto e a ideia utópica de salvar todos, acaba-se prejudicando a
maioria.
Não são raros os exemplos de
alunos que vão para a escola com o único objetivo de atrapalhar, perturbar,
desrespeitar e transgredir a todas as regras necessárias à convivência dentro
do ambiente escolar, além de estarem se prejudicando estes alunos impedem que
seus colegas consigam estudar e aprender. Depois que a escola esgota todas as
possibilidades de inserção desse aluno, resta apenas preservar e proteger àqueles
que estão sofrendo com as atitudes desse ou daquele que não conseguiu se
adaptar ao convívio escolar. Qual seria a solução nesse caso?
Qualquer imbecil diria que
remover ou realocar quem está atrapalhando seria a atitude mais plausível em
uma situação dessa natureza. Mas estamos falando de educação, e o que parece óbvio
não fica tão óbvio assim. Lembram daquela historia de Justiça cega? Pois é, e
como ela é cega, não imaginava que fosse tanto.
Para garantir o direito de um a
Justiça retira esse mesmo direito de muitos mandando a escola permanecer com
esse aluno até as últimas consequências. E o que a escola pode fazer? Nada,
autonomia também é uma palavra que está muito distante do universo escolar. E o
que você tem a ver com isso? Nada, a menos que seu filho esteja na mesma sala
de um desses protegidos pela lei.